1. Alminhas do Padre Américo
Rua Padre Américo
Edificadas em 1959, em memória do Padre Américo, no local onde se deu o acidente que o vitimou.
2. Aqueduto e Ponte dos Arcos
Rua Padre Américo
Este aqueduto construído para o transporte de água para os férteis terrenos envolventes, associa a esta função a de passagem de peões e veículos. A sua origem é obscura, mas levaram-se a cabo reparações no séc. XIX.
3. Capela de N.ª Sr.ª da Encarnação
Rua N.ª Sr.ª da Encarnação
Capela de grande simplicidade formal, rectangular, nave única e nártex frontal, coberta por telhado de duas águas, rematado no ponto mais alto por duas cruzes graníticas. Tem coro alto e o tecto é revestido a madeira pintada de uma só cor com uma cruz ao centro. Possui torre sineira. O adro é lajeado a lousa e é circundada por um muro com portões de ferro. Pertenceu às freiras do extinto convento da Ave-Maria no Porto e a sua origem remonta ao séc. XVI. Sofreu muitas obras de restauro ao longo dos séculos.
4. Capela de S. João Baptista
Rua de S. Domingos
Capela de grande simplicidade formal, rectangular, nave única coberta por telhado de duas águas, rematado no vértice por uma cruz. Possui pequeno campanário com sino assente na base do telhado, do lado esquerdo. Foi construída por vontade do povo nos anos 50 do séc. XX. Na fachada tem num nicho a imagem do seu santo padroeiro.
5. Capela de S. João da Azenha
Rua de S. João, n.º 20, Quinta da Seara, Lugar da Chã
Capela particular de traça neoclássica do séc. XVII. Possui planta longitudinal, uma única nave e capela-mor mais estreita. A fachada encontra-se revestida a azulejos industriais recentes de padrão monocromático azul, que se repetem no interior em forma de silhar, associado à madeira e ao reboco branco. Possui vários elementos em talha dourada. Foi alvo de vários restauros ao longo dos tempos.
6. Centro Cultural / Museu da Lousa
Travessa de S. Domingos
Foi inaugurado a 27 de Outubro de 2001 e é composto por: área museológica; um pólo de biblioteca com secção infantil e de adultos; dois auditórios, um interior e outro ao ar livre, onde decorrem várias actividades, desde o teatro às variedades, passando pela música e pelo cinema.
A área museológica ganha corpo em três casas de média dimensão, construídas segundo as técnicas tradicionais do trabalho em ardósia, assim como o muro envolvente.
A primeira das casas alberga a reconstituição de uma casa de um mineiro, com a área de cozinha, a zona de descanso nocturno e a oficina, onde mulheres e crianças faziam penas de lousa durante o serão para complementar os parcos salários auferidos na mina.
Nas restantes duas expõe-se espólio e documentação ligadas à ardósia, desde a sua extracção aos diversos tipos de transformação
7. Cruzeiro dos Moirais
Jardim da Junta de Freguesia
Cruzeiro granítico assente numa base quadrangular apoiada num degrau. Cruz simples com extremidades rematadas em forma de pirâmide. Aparecem vestígios de uma inscrição ilegível. A data provável de construção situa-se entre os sécs. XVII e XVIII.
8. Empresa das Lousas de Valongo
Rua Central de Vinhas
Edifício típico da arquitectura industrial de finais do séc. XIX, de raiz britânica. Executado com recurso a blocos de ardósia de várias dimensões que contrastam vivamente com as portadas e janelas vermelhas. O corpo central onde se procedia à transformação dos blocos extraídos da mina era ladeado por dois corpos mais elevados onde funcionavam os serviços administrativos.
9. Igreja Matriz
Avenida Visconde de Oliveira
Possui planta rectangular de uma só nave, coberta por um telhado de duas águas. Torre sineira com relógio implantado do lado direito. Exteriormente é revestido a azulejo branco com ornamentação figurativa azul com motivos religiosos. O tecto é pintado, os altares são em talha dourada e existem painéis incompletos de azulejo figurativo azul e branco, que representam cenas bíblicas. Embora o actual edifício seja de 1904, integra aspectos construtivos desde o período medieval. Orago: S. Martinho.
10. Núcleo Museológico da Panificação
Rua de Ponte Ferreira
É um espaço que possui instrumentos que retratam bem uma das indústrias mais importantes de Valongo: a panificação e o fabrico de biscoitos. Aberto desde 21 de Março de 2005, está instalado no moinho de Ponte Ferreira. Alberga um conjunto de instrumentos, fotografias e esquemas que descrevem o ciclo da panificação, desde o amanho da terra até ao fabrico do pão e do biscoito. Pode-se proceder à identificação dos principais cereais e descobrir os seus sucedâneos, perceber o processo de moagem e acompanhar o trabalho do padeiro nas suas diversas fases, até ao produto final. Dispõe de Serviços Educativos que realizam visitas guiadas e organizam Oficinas, sob marcação prévia no Museu Municipal de Valongo.
11. Núcleo Rural da Corredoura
Lugar da Corredoura
Conjunto habitacional rural, muito heterogéneo. As paredes dos edifícios são feitas em xisto ferroso escacilhado, conseguindo-se um belo efeito cromático e de textura. Conta a tradição popular que numa delas terá pernoitado o rei Filipe de Espanha/Portugal no séc. XVI.
12. Ponte da Milhária
Travessa do Outeiro
Ponte típica da arquitectura do ferro, com tabuleiro metálico sustentado por 4 pilares. Este conjunto é continuado para ambos os lados por estruturas graníticas que descrevem arcos de volta perfeita de tamanho desigual, porque se adaptam às irregularidades do terreno. A construção data dos anos 20 do mesmo século.
13. Ponte de Luriz
Rua dos Moirais; Rua e Travessa de Luriz
Ponte granítica de origem romana, com reconstrução medieval. Possui tabuleiro em cavalete que assenta sobre 3 arcos desiguais, dois de volta perfeita e o do centro ogival. Possui um talhamar triangular entre os dois arcos maiores e tem guardas de cantaria. Há uma pequena escada que permite o acesso ao leito do rio. Na tradição popular é conhecida como Ponte da Morte, embora se desconheça o motivo de tal designação. O caminho que sobre ela passava ia de Valongo a Penafiel.
14. Ponte Ferreira, Alminhas e Casa da Portagem
Rua Ponte Ferreira
Ponte granítica de origem medieval. Possui tabuleiro plano que assenta sobre 3 arcos apontados de igual dimensão, separados por talhamares triangulares e guardas de cantaria. Integrava-se na antiga via Porto-Amarante. Possui Casa da Portagem e Alminhas. A sua importância deve-se ao facto de neste local se ter travado uma batalha entre liberais e miguelistas a 23 de Julho de 1832.
15. Parque Municipal
Rua Padre António Vieira
Inaugurado a 15 de Julho de 2000, foi uma mais valia para a integração paisagística da Ponte Ferreira, Casa da Portagem, Alminhas e Núcleo Museológico da Panificação, além de ser um excelente local de lazer para os visitantes deste local.








