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Onomatopeia

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A 2.ª edição do Onomatopeia regressa a Valongo entre 26 e 28 de junho

O Onomatopeia - Festival de Literatura Infantojuvenil de Valongo está de volta, reinventado e adaptado aos tempos que se vivem, mas sem perder de vista os princípios que o movem e os objetivos a que se propôs na sua 1.ª edição em 2019: juntar escritores, ilustradores, leitores, contadores e escutadores de histórias, num ambiente descontraído mas comprometido com a paixão pela literatura, pela ilustração e por tudo o que tem o poder de dar asas à imaginação.

Um festival que promete “ficar no ouvido

 

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Nesta sua segunda edição Onomatopeia fará jus ao seu nome, partindo dele como elemento agregador da programação proposta. E é assim, através das palavras que dão forma aos sons e dos sons que afinal são palavras sem fronteiras e, por isso, universais, que nasce mais uma edição deste Festival de literatura infantojuvenil, com um programa que quer ficar na memória mas também no ouvido de todos.

Neste seu processo de reinvenção, o Onomatopeia propõe uma programação partilhada, num terreno em que a experimentação, a transformação e a troca de ideias estarão sempre presentes. E é desta forma que, nesta edição, os formatos mais tradicionais darão lugar a formatos mais colaborativos, desconstruídos e descontraídos, onde o espírito de experimentação e a imprevisibilidade do resultado final prometem ser o rastilho do desafio à imaginação de autores e leitores que este 2.º Onomatopeia promete ser. E assim que as conversas com escritores darão lugar a batalhas de palavras entre os mesmos e que as vozes das crianças estarão de regresso às ruas de Valongo através de uma instalação sonora comunitária à qual todos podem juntar a sua voz e fazer parte! E como a literatura nunca se serve sozinha, este segundo Onomatopeia trará também consigo música, teatro, marionetas, cinema, arte urbana

Um modelo misto, que inclui programação online e offline
Segundo Adélia Carvalho, autora de livros para a infância e curadora deste Festival, esta 2.ª edição decorrerá num modelo misto, privilegiando necessariamente o ambiente digital naquela que será a componente de presença de autores e ilustradores, mas incluindo também conteúdos que farão com que o Onomatopeia mantenha presença no espaço público, com “iniciativas que promoverão uma ocupação criativa… numa presença que promete ser notada, sem ocupar espaço, num convite a um regresso às ruas de Valongo… mas sem pôr em causa a obrigatoriedade de contenção e distanciamento sociais.” Um modelo que reflete uma tendência que já se adivinhava antes da pandemia do COVID19, mas que agora se tornou inevitável.

A programação desta 2.ª edição incluirá assim conteúdos offline a instalar no espaço público da cidade de Valongo a par de conteúdos online que serão disponibilizados através dos canais da Câmara Municipal de Valongo, com especial destaque para a página de facebook. “O Onomatopeia é um Festival pensado para o espaço público e, por isso, o primeiro desafio foi mesmo o de manter esta ligação… o caminho proposto agrada-nos e permite cruzar este festival com uma das grandes preocupações do momento, a retoma da economia e a promoção do regresso ao comércio tradicional”.

Programação offline
Os conteúdos offline serão desenvolvidos em torno de uma das principais zonas de comércio tradicional do município, e que em 2019 já foi um dos palcos deste festival, reforçando assim o seu papel como acontecimento de mobilização de público e de consequente dinamização da economia local, argumento que este ano ganhou uma importância acrescida face à atual contingência. Estão assim de regresso às montras dos estabelecimentos da Rua de S. Mamede e do Largo do Centenário novas ilustrações… desta vez com o mote do próprio nome do festival, ou seja, com sons transformados em palavras ilustradas por Anabela Dias. A estas montras “sonoras” juntar-se-ão 3 esculturas que serão instaladas nas 3 principais rotundas de Valongo, cada uma contando uma história diferente e lembrando a população local que o Onomatopeia está de regresso! Nos dias 26, 27 e 28 de junho juntar-se-á a estas intervenções de arte urbana uma instalação sonora colaborativa, com autoria de Sandy Gajeiro, e que será construída a partir da participação do público que já está a ser desafiado a gravar sons e histórias que depois serão ouvidas ao longo da rua.

Programação online
A programação online integrará conteúdos LIVE a par de conteúdos gravados, numa proposta a decorrer durante os 3 dias do festival e que terá como ponto alto nove 9 batalhas de palavras travadas por 18 reconhecidos autores. A par destas batalhas de palavras, a programação incluirá ainda oficinas com ilustradores e contadores de histórias, horas de conto e canções de embalar cantadas por Mafalda Veiga que em cada um dos dias será acompanhada por um ilustrador que dará forma e cor a estas canções de embalar.