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Aprovado Plano de Gestão das Serras do Porto em Assembleia-Geral

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Aprovado Plano de Gestão das Serras do Porto em Assembleia-Geral
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29 Novembro 2018

A Assembleia-Geral da Associação de Municípios Parque das Serras do Porto aprovou por unanimidade o Plano de Gestão e o Plano de Atividades e Orçamento para 2019, na sessão que se realizou no dia 28 de novembro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Paredes.

Após a ordem de trabalhos, José Manuel Ribeiro, Presidente da Câmara de Valongo e do Conselho Executivo do Parque das Serras do Porto, transmitiu as funções de Presidente do Conselho Executivo ao Presidente da Câmara de Gondomar, Marco Martins.

“Missão cumprida. Hoje, podemos afirmar sem falsa modéstia que o Parque das Serras do Porto é reconhecidamente uma infraestrutura verde metropolitana de superior interesse para a região e para o país”, salientou José Manuel Ribeiro.

“Este Plano de Gestão, que colocamos ao serviço das próximas Presidências, reúne um conjunto de reflexões muito pertinentes e que desaguam em medidas e ações objetivas, em áreas cruciais como a gestão florestal e prevenção de incêndios, património natural, património cultural, turismo e recreio, as quais ajudarão certamente a Associação de Municípios a prosseguir com o seu propósito de gerir de forma sustentável estes seis mil hectares de paisagem protegida regional”, disse o autarca de Valongo.

O processo de elaboração do Plano de Gestão do Parque das Serras do Porto procurou reunir as entidades e os cidadãos e cidadãs interessados em contribuir de forma proativa para o futuro desta paisagem protegida regional, num caso invulgar de fomento da participação pública na construção de um documento estratégico. A elevada participação confirmou a importância de abrir o processo à comunidade, tendo daí derivado um conjunto de informações muito úteis para a redação deste plano. O mesmo é então resultado de inúmeros contributos, tanto da comunidade como dos municípios e consultores envolvidos.

José Manuel Ribeiro acresentou que o documento apresentado decorre de um conjunto de estudos técnicos prévios que a associação desenvolveu nos últimos meses, em parceria com vários especialistas, que permitiram conhecer o território, nas suas diferentes facetas. "Nos primeiros anos investimos em conhecimento e agora num plano de gestão. Quando tivermos o corpo técnico no território, esse vai ter conhecimentos", referiu, aludindo aos estudos já realizados.

Marco Martins referiu que os três presidentes estão "imbuídos no mesmo espírito e com a mesma motivação no projeto", que são "executar os projetos em curso, envolver as pessoas e atrair". O autarca de Gondomar considerou que a maioria dos cidadãos do Grande Porto não conhece “esta riqueza".
"É hora de batermos à porta de todos para os trazermos para o projeto", reforçou, observando que, até ao momento, o investimento já realizado partiu exclusivamente dos recursos financeiros destas câmaras.

O combate às plantas invasoras, com um investimento de 100 mil euros, a limpeza das margens dos rios Ferreira e Sousa, e a criação de um trilho que una os três concelhos a pensar nas atividades de lazer e turismo são medidas incluídas no plano de ação que "assenta no diálogo entre vários atores no território", incluindo os três municípios, assinalou o presidente anfitrião, Alexandre Almeida. "Chegámos a um ponto que há muito esperávamos, depois de muitos estudos e ouvidas as pessoas no terreno", disse o autarca de Paredes.

A arquiteta Teresa Andresen, que apresentou o plano, falou de uma área com 6.000 hectares que vai beneficiar de medidas de cariz transversal e outras mais locais, mas todas concertadas entre os três municípios e envolvendo outras entidades, a pensar na prevenção dos incêndios, preservação do património, atividades de recreio e qualidade de vida para quem vive no parque. "Isto não é um plano de natureza regulamentar, é um plano que orienta a gestão", disse.