Passar para o Conteúdo Principal Top
logótipo CMV
Perguntas Frequentes   Facebook Twitter Instagram Flickr Youtube ISSUU RSS feed

MANIFESTUM Arte de Dizer 2022: Quarta edição de um Festival singular, feito de poesia e de palavras visíveis

Eventos
07 a 09 Out 2022
Adicionar a calendário 2022-10-07 00:00:00 2022-10-09 00:00:00 Europe/Lisbon MANIFESTUM Arte de Dizer 2022: Quarta edição de um Festival singular, feito de poesia e de palavras visíveis Evento

Abordar a palavra para além do seu habitual corpo escrito, dotando-a de manifestações cúmplices e cruzadas, é um valor decisivo do MANIFESTUM arte de dizer, um festival que decorre em vários espaços do concelho de Valongo, nos dias 7, 8 e 9 de Outubro. Conta este ano com Sereias, Capicua, Cátia Moreira de Carvalho, Mário Cláudio, Rodrigo Guedes de Carvalho e muitos outros, em torno de um programa singular de celebração da palavra dita, com laboratórios, conversas, leituras e concertos.

São plurais os caminhos que a palavra transporta e o MANIFESTUM arte de dizer prova isso mesmo, nesta sua quarta edição. O programa de 2022 reforça o valor da palavra na sua dinâmica oral, cruzando nomes da literatura, poesia, jornalismo, fotografia e música, em momentos de conversa, leituras, performances, apresentações e espectáculos, com Ana Celeste Ferreira, Augusto Brázio, Capicua, Cátia Moreira de Carvalho, Daniela Onís, João Rios, Mário Cláudio, Miguel Ribeiro, Nelson d’Aires, Ricardo Caló, Rodrigo Guedes de Carvalho, Rúben Alves, Rui Spranger, entre outros.

MANIFESTUM arte de dizer é um evento promovido pela Câmara Municipal de Valongo, com programação e produção da Exemplo Extremo.

O programa de 2022 e a aposta no serviço educativo

A programação do MANIFESTUM, que se concentra entre 7 e 9 de Outubro, assenta este ano em espectáculos pluridisciplinares com epicentro na palavra, com a sonoridade intransigente e as letras corrosivas dos Sereias, banda movida pela voz de António Pedro Ribeiro, e a palavra escrita, cantada e falada de RUGE, projecto de Rodrigo Guedes de Carvalho, Daniela Onís e Ruben Alves. Paralelamente, os Diálogos Benefício da Dúvida reúnem Mário Cláudio e Cátia Moreira de Carvalho, Capicua e Rodrigo Guedes de Carvalho, com moderação do jornalista e habitual anfitrião Miguel Ribeiro, prometendo duas conversas plenas e sem rede.

Mas o MANIFESTUM arrancou já em Julho, com as leituras de rua Voz Longa, no âmbito da Feira do Livro de Valongo, e posteriormente com o laboratório de fotografia Viagens na Minha Terra, dinamizado pelos fotógrafos Nelson d’Aires e Augusto Brázio, cujo mote residiu no poema Na Floresta do Alheamento, de Fernando Pessoa, permitindo deambular por lugares e paisagens, buscando afinidades entre a dimensão da palavra e da fotografia.

A par desta proposta, implementada pelo Serviço Educativo, decorre em Setembro uma das afirmações do MANIFESTUM: o laboratório de leitura poética Há Palavras Que Nos Beijam, no âmbito do qual Ana Celeste Ferreira volta a conduzir um coro de vozes participantes, aprofundando as técnicas vocais e de leitura em voz alta e preparando um

recital poético e performativo. De reforçar que ambos os laboratórios, promovidos pelo festival junto da comunidade local, têm o seu apogeu em apresentações finais, que integram a programação central.

No espaço educativo, destaca-se ainda o vínculo com a Casa da Animação, levando a experiência fílmica em espaço exterior aos estabelecimentos de ensino. Nota ainda para a aposta no público mais velho, designadamente através do trabalho com a associação ASA – Acreditamos em Seniores Activos, e com o regresso de A Poesia vai à Feira, com leituras orientadas por João Rios e Rui Spranger nestes espaços públicos de Valongo e Ermesinde.

Valongo, a casa da palavra dita

O MANIFESTUM nasce do interesse do Município de Valongo em apresentar um evento singular ligado à palavra: “Esta iniciativa insere-se numa aposta muito forte na Cultura, enquanto pilar de desenvolvimento da comunidade e de projecção do território”, refere José Manuel Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Valongo, validando a aposta reiterada da autarquia no valor acrescentado da poesia e da celebração da arte de dizer.

De registar que, em edições anteriores, passaram pelo MANIFESTUM nomes como Ana Luísa Amaral, Ana Deus, Adolfo Luxúria Canibal, Alexandre Quintanilha, António Victorino D’Almeida, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, João Gesta, João Habitualmente, Lúcia Moniz, MAZE, Pedro Lamares, Pedro Mexia, Rui Reininho, Rui Zink, Tó Trips, entre muitos outros.

O programa do MANIFESTUM arte de dizer é de acesso livre e gratuito.