Valongo acolheu 16º Simpósio Internacional de Molinologia «Moinhos e Sustentabilidade no Séc. XXI
Conteúdo atualizado em27 de setembro de 2024às 16:07
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Valongo acolheu nos dias 25 e 26 de setembro, o 16. º Simpósio Internacional de Molinologia, que versou sobre «Moinhos e Sustentabilidade no Séc. XXI – novas formas de preservação do património molinológico».
Após o encerramento do evento na Oficina da Regueifa e do Biscoito de Valongo, realizou-se a primeira visita ao Moinho de Vento da Senhora dos Chãos, localizado nas Serras do Porto e recentemente recuperado pela Câmara Municipal de Valongo, onde os participantes puderam visitar o moinho restaurado e usufruir das vistas para o Porto e várias outras cidades marítimas metropolitanas.
Realizado de 21 a 27 de setembro em diferentes locais do país, este simpósio internacional realiza-se apenas de quatro em quatro anos, sob a responsabilidade da Etnoideia, que representa a TIMS – The International Molinological Society e a Rede Portuguesa de Moinhos. Estiveram reunidas em Portugal alguns dos especialistas que mais se destacam no estudo e defesa dos moinhos a nível mundial, contando com a participação de 16 países (Holanda, EUA, Alemanha, Roménia, Bélgica, Grécia, Dinamarca, Reino Unido, França, Estónia, Hungria, Suíça, Suécia, Canadá, Polónia e Portugal).
“Foi uma honra integrar a organização deste simpósio internacional dedicado à molinologia, pois tratou-se de uma oportunidade única para promover a preservação e valorização dos moinhos tradicionais, dando reconhecimento internacional às instituições e projetos de maior relevância estratégica e impacto, como é o caso do Município de Valongo e do seu plano de recuperação dos moinhos tradicionais”, salientou José Manuel Ribeiro, referindo que “o futuro circuito molinológico municipal conta já com dois moinhos totalmente recuperados: o moinho de água da Senra e o moinho de vento da Senhora dos Chãos, que será, sem dúvida, o ex-libris deste projeto associado à extraordinária História da Panificação neste concelho que tem no pão, na regueifa e no biscoito uma das suas principais marcas identitárias”.