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ELV apresenta produto inovador com resíduos de ardósia

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ELV apresenta produto inovador com resíduos de ardósia
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28 Março 2018

Aos 153 anos de idade, a Empresa das Lousas de Valongo (ELV) continua a apostar na inovação. No dia 28 ano de março, foi apresentada publicamente a tecnologia SLATETEC. Trata-se de uma inovadora forma de valorização de resíduos minerais que promete impulsionar o setor, e que resulta de uma parceria da ELV com a Plataforma Internacional Fibrenamics da Universidade do Minho. Através desta tecnologia, será possível transformar os resíduos que resultam a da exploração da ardósia em materiais que podem ser utilizados em mobiliário técnico (hospitais, laboratórios, clínicas, hotéis), em revestimento de fachadas e de pisos, em decoração de interiores e em mobiliário urbano. O ecocompósito que resulta da tecnologia SLATETEC é mais leve, sustentável e antibacteriano, permitindo também liberdade de formas, padrões e cores. Na sessão de abertura marcaram presença o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, o Secretário de Estado Adjunto e do Comércio, Paulo Alexandre Ferreira, o administrador da ELV, Rui Nunes de Matos, e o coordenador da Plataforma Internacional Fibrenamics da Universidade do Minho, Raul Fangueiro. José Manuel Ribeiro destacou a sinergia entre a Universidade e a Empresa de Lousas de Valongo, uma das mais antigas do concelho, e elogiou esta solução “boa para o território” porque vai permitir resolver o problema dos resíduos e aumentar as vendas. “Faço votos para que entre rapidamente em fase de produção e comercialização”, disse. Paulo Alexandre Ferreira elogiou igualmente a longevidade da ELV, destacando a importância desta inovação para a economia circular, bem como a abertura da Universidade para que as empresas estejam cada vez mais preparadas para a 4.ª revolução industrial. O administrador da ELV, Rui Neves de Matos, revelou que esta aposta levará a empresa a aumentar a sua unidade de produção e a recrutar novos colaboradores. "Aproveitaremos instalações que já temos, mas têm de ser requalificadas. Estamos muito entusiasmados. Sabemos que é um produto que comparado com o que há, é muito bom e vai ao encontro de uma meta da empresa, que sempre estudou a melhor forma de usar ou tratar os resíduos", explicou.